quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
As 12 dicas que vou levar na minha mochila
1. Determinar
as minhas intenções na vida (sonhar com o projecto aumenta os níveis de
confiança e diminui a ansiedade)
2. Adotar
métodos práticos de meditação
3. Praticar desporto para aumentar o ânimo e a disposição (os exercícios aumentam
endorfinas e testosterona que proporcionam sensação de bem estar)
4. Ampliar
conhecimentos (aumenta autoconfiança)
5. Procurar ser optimista, mesmo em situações desfavoráveis
6. Apurar o
senso comum
7. Perceber
bem o que sou e o que faço
8. Usar a
criatividade para romper com a rotina
9. No
momento da crise, formular uma explicação para o que está a acontecer, analisar
as situações, a sequência dos factos e as razões dos outros. Tentar entender os
meus sentimentos em relação a tudo isso.
10.Reger-me
pelo tempo presente (Mindfulness)
11. Estabelecer relações com pessoas que possam representar coragem e estímulo
12.Transformar-me
numa sobrevivente, repleto de recursos no a nível profissional e pessoal
http://www.praticacontabil.com.br/voce_pratico/resiliencia.htm
Desdobrável Minfullness
1º Passo:
Não Julgamento
2º Passo
Paciência
3º Passo
Mente de principiante
4º Passo
Confiança
5º Passo
Não esforço
6º Passo
Aceitação
7º Passo
Deixar ir
Não Julgamento
2º Passo
Paciência
3º Passo
4º Passo
Confiança
5º Passo
Não esforço
6º Passo
Aceitação
7º Passo
Deixar ir
Autocolante
Para colocar no canto do espelho do quarto ou no espelho ao lado do bengaleiro á entrada de casa posso utilizar este esquema que me servirá de guia, sempre que precisar refletir. Aqui posso reorientar o caminho que estou a seguir, se me sentir insatisfeita.
Auxiliar de memória
Para auxiliar de memória posso usar um Post It deste género para usar no espelho da casa de banho, na pala (de tapar o sol) do carro ou levar comigo na carteira.
Ser mais consciente com Minfullness
Victor Frankl
As sete atitudes do Mindfullness:
1. Não Julgamento
Quando não julgamos, olhamos para as coisas
exactamente como elas são. Sem analisarmos e sem activarmos crenças. Somos
testemunhas da vida. Vemos as coisas os acontecimentos, as pessoas, os
pensamentos e as emoções sem avaliarmos es são bons ou maus. São o que são.
2. Paciência
Quando somos pacientes deixamos as coisas “desabrocharem”
a seu tempo. Ser paciente é saber que cada coisa tem o seu tempo e estar bem
com isso. Quando somos pacientes também o somos com nós mesmos. Estamos em paz
com o fluir da vida.
3. Mente de principiante
Quando adoptamos uma mente de principiante
deixamos de lado crenças e experiências passadas Estamos conscientes de que não
sabemos como as coisas são agora e olhamos para o que está a acontecer
(eventos, pessoas, coisas, emoções e pensamentos) como se o fizéssemos pela
primeira vez. Sabemos que na vida não fazemos nada duas vezes.
4. Confiança
Quando praticamos a confiança, confiamos em
primeiro lugar em nós, nop nosso corpo e nas nossas emoções. Confiamos na nossa
autoridade e intuição, mesmo que ás vezes erremos. Honrramos as nossas emoções
e assumimos responsabilidade por nós mesmos e pelo nosso bem estar. Confiamos
também que está tudo certo, que as coisas não são diferentes neste momento
porque simplesmente não são.
5. Não esforço
A prática do não esforço pode ser muito
desafiante para algumas pessoas. Quando praticamos o não esforço prestamos atenção
à forma como estamos neste momento. Sem pretendermos mudar nada. Focamo-nos no
momento presente sem nos esforçarmos para atingir um objectivo. Podemos
continuar a fazer o que estamos a fazer, mas o nosso estado emocional não está
em esforço.
6. Aceitação
Quando aceitamos estamos em paz com o que
é. Vemos as coisas como elas são. Não significa que concordemos ou aprovemos. A
aceitação não é o mesmo que a não acção, muitas vezes chega a ser o contrário,
promovendo a mudança. Quando aceitamos vemos as coisas claramente.
7.
Deixar
estar /Deixar ir
Quando praticamos as 6 primeiras atitudes, muitas
vezes, a sétima acontece por si só. Se sentir que tem dificuldade em deixar uma
coisa partir pode ser interessante investigar o que é que o mantém agarrado.
Agarrar é o oposto de deixar ir. A questão é que já sabe (inconscientemente)
como deixar ir, é o mesmo que faz todas as noites antes de adormecer.
Bibliografia: Mikaela Ovén, Educar com Minfulness, pág. 55, 2015
Mindfullness
Mindfullness, é a atitude e a prática de transformar a nossa
atenção para o momento presente, é no momento presente reunir a nossa atenção,
o nosso corpo, a respiração e com o mundo ao nosso redor. A prática da atenção plena procura trazer-nos
de volta para o que está a acontecer conosco no aqui e agora. Esta atenção é
amigável, direta, não-conceitual e apreciativa. Mindfulness é a prática de nos
tornar íntimo com nós mesmos.
Alguns autores, como o Vallejo, 2006 afirmam ser como presença
plena ou atenção plena, já
Varela denomina-o como presença plena/consciência aberta.
É um conceito que o Buda afirma ao se referir a cultivar a
atenção direita, o sétimo elemento do caminho óctuplo, como qual Buda procurava
transcender o sofrimento.
Mindfulness tem sido abordado por muitos autores
contemporâneos, que os têm redefinido, enfatizando diferentes aspectos deste,
assim, por exemplo:
"Mindfulness é manter a consciência viva na realidade
presente"
Thich Nhat Hanh (1976)
"Estar nu em frente a realidade da experiência,
observando cada evento como se estivesse acontecendo pela primeira vez"
Daniel Goleman (1988)
"Preste atenção de maneira particular, como propósito
no momento presente e sem julgamentos mentais"
Jon Kabat Zinn (1994)
"A arte de viver não está em ir à deriva casualmente nem segurar as
coisas com medo. É sobre ser sensível a cada momento que apresenta, em
contemplá-lo como algo absolutamente novo e único em ter a mente aberta e
totalmente receptiva "
Alan Watts (1987)
Estudo realizado na Universidade Católica do Rio de Janeiro
Segundo um estudo realizado por Pinheiro, a condição para
ter competências de lideranças empreendedoras para lidar com as exigências num
ambiente complexo é a necessidade de ser resiliente, isto é os indivíduos
precisam estar preparados para enfrentar, vencer e sair fortalecido das
experiencias das adversidades.
Os principais resultados deste
estudo exploratório, sugere que as características de resiliência estão
presentes em todas as lideranças empreendedoras entrevistadas, e que têm os
seguintes denominadores comuns nos seus comportamentos e práticas:
-Orientam-se pela oportunidade diante da adversidade-Entendem a mudança como uma vantagem que deve ser explorada e não evitada
-Têm senso comum e flexibilidade diante dos desafios
-Procuram a obtenção de suporte dos outros na vida pessoal e profissional
-E outros pilares importantes como autoestima e autoconfiança
Bibliografia: Pinheiro,Resiliência e liderança empreendedora
um estudo exploratório da relação entre a competência resiliência e factores de
sucesso empresarial,2012
A capacidade de ultrapassar problemas: resiliência - dicas úteis
O conceito vem da física, e traduz-se na capacidade que os
corpos têm de voltar à sua forma original. As ciências humanas foram buscar emprestado
à física e neste caso, em termos de competências humanas mede a capacidade de
resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento
pessoal, profissional e social.
Segundo Horpaczky, uma pessoa com resiliência, têm por norma
as seguintes características:
São pessoas que não desanimam facilmente diante dos
problemas, pelo contrário, são capazes de superá-los e até se deixam transformar
pelas adversidades. Não culpa os outros pelos seus fracassos e tem um humor
mais estável e constante. Age com ética e dispõe de uma boa dose de energia
para trabalhar. E o melhor, é que qualquer pessoa pode desenvolver essa
qualidade.
A resiliência é um conjunto de atitudes adotadas pelo ser
humano para resistir aos “impactos” da vida. Como é óbvio, não se pode
transcrever o significado da física para a psicologia porque, aplicado aos
seres humanos, o conceito destaca-se pela capacidade que o ser humano tem de
“dar a volta por cima” numa situação de risco e voltar, crescendo interiormente
com a experiência.
Dicas para aumentar a capacidade de resiliência:
- Determinar as minhas intenções na vida (sonhar com o
projecto aumenta os níveis de confiança e diminui a ansiedade)
- Adotar métodos práticos de meditação
- Praticar desporto para aumentar o ânimo e a disposição (os
exercícios aumentam endorfinas e testosterona que proporcionam sensação de bem
estar)
- Manter o lar em
harmonia
- Ampliar conhecimentos (aumenta autoconfiança)
- Procurar ser optimista, mesmo em situações desfavoráveis
- Assumir riscos (coragem)
- Transformar-se num sobrevivente, repleto de recursos no
mercado profissional
- Apurar o senso comum
- Perceber bem o que sou e o que faço
- Usar a criatividade para romper com a rotina
- Estudar a minha relação com o dinheiro
- Permitir-me sentir dor, recuar ou até enfraquecer para a
seguir retomar ao estado original
- No momento da crise, formular uma explicação para o que
está a acontecer, analisar as situações, a sequência dos factos e as razões dos
outros. Tentar entender os meus sentimentos em relação a tudo isso.
- Pensar no que fazer quando sair da crise (é mais fácil
suportar a dor ao imaginar o futuro)
- Reger-me pelo tempo presente
- Estabelecer relações com pessoas que possam representar
coragem e estímulo (mas não esperar que elas arrangem uma saída para os meus
problemas)
- Valorizar as pequenas vitórias. Lembrar de como as
conquistei e saber como utilizar o mesmo caminho no futuro)
- Não pensar só em mim, mas nos que irão beneficiar na minha
conquista
A autora deste texto chama-se Katia Cristina Horpaczky, é Psicóloga
Clínica e Organizacional, Psicoterapeuta Sexual, Família e Casal, Especialista
em Workshops Vivenciais e Jogos Organizacionais, Arte- Terapeuta, entre outras
especializações.
http://www.praticacontabil.com.br/voce_pratico/resiliencia.htm
Resiliência o que é? Como lá chegar?
Resiliência é a capacidade que uma pessoa tem de se adaptar
ou evoluir, a partir de uma situação adversa. Conforme Sarmento, resiliência é
aquela "volta por cima", ou "entrar nos eixos" novamente,
depois de um furacão negativo que passou pela vida. Afinal de contas, nada
seria interessante se não estivéssemos sujeitos a passar por montanhas russas o
tempo todo, certo?
Dar a volta por cima é entender que nem sempre as situações
estão em controlo e mostrar a si mesmo que é capaz de evoluir e ser
determinado. Não precisa ser insistente e bater na mesma tecla, mesmo que o
mundo esteja a cair, mas basta compreender o cenário e escolher as melhores
opções para administrar uma crise.
"A pessoa resiliente adoece menos, toma decisões mais
acertadas, assume riscos controlados, trabalha melhor em equipa e consegue
assumir mais responsabilidades. Por ter maior equilíbrio emocional, consegue
usar as suas habilidades e interagir de forma mais amigável com as pessoas",
afirma o pesquisador e um dos maiores especialistas em biofeedback (aparelho
que mede a capacidade de auto-regulação) do Brasil, Marco Fábio Coghi.
Veja 7 dicas que vão
ajudar a dar a volta por cima:
1 - Trace metas
O pesquisador afirma que escolher tópicos para serem
seguidos ajuda a dar um up para retomar a rotina. Muitas vezes, uma crise pode
mexer na rotina e deixar as coisas fora de ordem. Faça cinco metas em
curto prazo (em até quatro meses) para conseguir retomar a rotina novamente,
assim as coisas vão fluir naturalmente.
2 - Pense em coisas boas
O pensamento positivo pode dar um "gás" para conseguir dar a
volta por cima em qualquer situação. Pense que a crise é um momento para
reflexão e, apesar de ser um ponto negativo na trajetória, é um momento para
sair da zona de conforto e arriscar coisas novas que podem ser positivas.
Analise a situação e veja quais são as coisas boas que vieram com ela.
3 - Ligue para um amigo
Os amigos nas horas mais difíceis são os melhores apoios e
também são pessoas ideais para encontrar soluções para os problemas. Quando
estamos de fora de um problema, vemos as soluções com muito mais
habilidade. Lembre-se: não é para fazer dos amigos um muro das lamentações,
nem sempre serão eles que trazem as respostas para todos os problemas.
4 - Tenha um hobby
Comece a praticar um desporto novo que ajudará a aliviar a
ansiedade e trazer mais segurança, retome aquele hobby antigo que
deixou para traz por causa da rotina. Assim você consegue mudar o foco e deixar
que os problemas não tomem conta da própria vida.
5 -Sinta a dor
Sentir a dor é uma atitude que ajuda a ultrapassar uma perda ou
uma crise. Por mais contraditório que seja, encarar uma situação má e sentir
todas as reações negativas ajuda a "pôr para fora" os sentimentos
negativos. Apenas não viva da dor, mas sinta os pontos negativos até que se
evaporem completamente da rotina.
6 - Sinta o corpo
A tristeza é uma fator emocional que pode tocar em vários
pontos, como o corpo. Já sentiu aquela dor de cabeça sem motivos? Dor no
estômago? Então, são alguns dos sinais que o organismo dá para mostrar que nem
tudo está bem. Aproveite o momento para fazer um checkup no médico.
Cuide-se!
7 - Admita o problema
Não significa que tenha aceite a situação, apenas mostra a
capacidade de enfrenta o problema e solucionar rapidamente a crise. Admitir
um erro ou problema é um sinal de maturidade e que ajuda a levar as pessoas
para frente.
http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/resiliencia-7-dicas-para-dar-a-volta-por-cima-7827.html
Estudei várias possibilidades e formas para a concretização do meu objetivo
Para poder criar um plano de ação, estudei vários autores e vários conceitos que no meu ponto de vista me irão ajudar a alcançar o meu objetivo.
Depois pensarei a forma de criar um cronograma e um lembrete que me auxilie no cumprimento do plano de ação.
2ª Fase
Entramos aqui numa segunda fase, onde estou disposta a trabalhar no desafio a que me propus: desenvolver a minha competência, estudada, e menos desenvolvida até ao momento presente a Resiliência.
sábado, 7 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Diagnóstico
Depois de ter analisado e comparado os dados retiro os seguintes resultados:
As competências transversais que tenho mais desenvolvidas são as de Relacionamento Cooperativo e Autoconfiança, as competências que tenho por desenvolver são as de Organização e mais ainda de Resiliência. Para isso deverei encontrar mecanismos para alcançar o meu objectivo:
Na organização, será importante saber como decompor os problemas em partes e organizar de forma sistemática. Aprender a determinar prioridades, fazer a alocação do tempo e recursos eficazmente, estabelecer planos de ação e controlar o seu cumprimento.
No âmbito da resiliência é deverei desenvolver competências para lidar com problemas, superar obstáculos resistir à pressão ou adversidades mantendo o equilíbrio, autoestima e persistindo no alcance dos meus objetivos
Assim concluo, que as competências em que me irei focar para desenvolver serão nitidamente a de Resiliência e Organização.
Análise de dados
Depois juntar as respostas nos respetivos grupos em estudo pude comparar e observar os seguintes resultados:
Na autoconfiança, os Outros são da opinião que tenho muitas
vezes e quase sempre, o Mercado também assinala que é bastante boa a minha
atitude, já Eu não tenho uma opinião tão favorável a esse respeito.
Média Global de Respostas = 3,41
Relativamente à iniciativa, o grupo Outros tem opinião que
muitas vezes tenho esse comportamento, o Mercado tem uma opinião ligeiramente
mais favorável, já a perspetiva que tenho de mim mesma diz que tenho iniciativa
a maior parte das vezes ou quase sempre, ou seja é muito mais positiva em
relação aos outros grupos.
Média Global de Respostas= 3,38
Em termos de organização, apesar da opinião do Mercado e dos Outros ser favorável e terem sido coincidentes na média de respostas, na minha opinião Eu deveria ser melhor organizada.
Média Global de respostas = 3,33
Na resiliência o mercado afirma que eu tenho quase sempre ou sempre esse comportamento, os Outros já têm uma opinião menos favorável a este respeito, por outro lado "Eu" entendo que a minha resiliência é a competência que tenho mais por desenvolver.
Média Global de respostas= 3,21
Relativamente à Inovação o Mercado e os Outros apresentam o mesmo resultado em termos percentuais, para além disso também têm uma opinião favorável, a minha perspetiva é ligeiramente inferior mas mesmo assim favorável.
Média Global de respostas= 3,38
No relacionamento cooperativo o os Outros afirmam que tenho um comportamento favorável, no entanto o Mercado ainda tem uma opinião melhor, e a minha opinião é de todas a melhor.
Média Global de respostas= 3,46
Depois de todos os dados comparados e analisados os valores apontam para o Relacionamento Cooperativo ser a competência transversal mais desenvolvida e a Iniciativa logo a seguir, por outro lado a Resiliência denota ser a competência com maior potencial a desenvolver.
| Nota: Estes dados foram tratados em Exel, que irei disponibilizar num anexo através do envio do trabalho em email, assim como o PDF da análise geral de dados. |
As competências que irei analisar...
Autoconfiança é encarar com otimismo as situações e enfrentar situações de incerteza e de risco, confiando nas suas capacidades de análise, julgamento e resoluções das situações.
Iniciativa é atuar frequentemente por iniciativa própria antes de receber ordens, instruções ou em reação aos acontecimentos.
Organização é decompor os problemas em partes e organizações de forma sistemática. Determinar prioridades, fazer a alocação do tempo e recursos eficazmente, estabelecer planos de ação e controlar o seu cumprimento.
Resiliência é lidar com problemas, superar obstáculos resistir à pressão ou adversidade mantendo o equilíbrio, autoestima e persistindo no alcance dos objetivos
Inovação é gerar ideias novas ou abordagens originais e utilizá-las para melhorar ou desenvolver novos processos, métodos, sistemas, produtos.
Relacionamento Cooperativo é estabelecer e desenvolver contactos interpessoais que promovem uma rede de relacionamentos que possam conduzir à identificação de situações ou soluções que possam ser benéficas para todas as partes envolvidas.
Ferreira e Tapia, Auto diagnostico das competências empreendedoras, 2009
sábado, 31 de outubro de 2015
A importância da identificação das competências
- "Cria uma linguagem comum nas práticas das pessoas e faz a integração das mesmas";
- "Liga as práticas das pessoas às estratégias dos negócios";
- "Promove a autogestão nas práticas diárias";
- "Facilita a mudança de papel na prática de gestão de recursos humanos";
- "Promove a flexibilidade no trabalho";
- "Aumenta a velocidade de adopção de novos valores e tecnologias"; e
- "Promove a rotação de práticas pessoais"
Transversalidade
São competências genéricas que, a par dos conhecimentos específicos de cada área científica, incrementam o acesso ao emprego, facilitam a integração no mundo do trabalho e promovem a cidadania responsável.
Porquê “Transversais”?
São transversais porque atravessam contextos socioprofissionais diversos, sendo utilizadas em diferentes áreas. Isto é, são relativamente independentes do background estritamente profissional de quem as utiliza.
Exemplo:
Naturalmente, um sociólogo terá funções profissionais diferentes das de um gestor ou de um sociólogo. Mas, todos terão necessidade, por exemplo, de gerir conflitos, trabalhar em equipa, conduzir uma reunião ou fazer uma apresentação a um grupo.
http://lct.iscte.pt/faq.HTML acedido dia 31/10/2015 às 16h32
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Um pouco da história
"O conceito de competência, surgiu pela primeira através do psicólogo Mc Clelland. O artigo intitulava-se "Testing for competence rather than intelligence". Mc Clelland afirmava, que para além dos meios tradicionais para prever o sucesso no trabalho, era crucial criar um perfil das competências ao eficaz desempenho das funções. Estas competências incluiriam qualidades pessoais, motivações, características comportamentais e experiências."
A partir desse momento, as empresas começaram a adoptar este modelo para a seleção dos colaboradores, principalmente cargos de maior responsabilidade, deixando de estar tão condicionados à sua avaliação empírica.
As mudanças verificadas na envolvente dos negócios, com a crescente concorrência global e as pressões para o aumento da qualidade e redução dos custos foram a premissa para esta mudança de métodos de compreensão deste conceito.
"Não só as competências técnicas são importantes, mas também as características soft, como os valores, as motivações e mesmo as características de personalidade."
Gomes, Cunha, Rego, et all, 2008, pág.540
domingo, 18 de outubro de 2015
Questionário
Para identificar as minhas competências transversais, criei um questionário através do "Survio", onde pedirei às pessoas para se identificarem, abrindo assim a possibilidade de agrupar três categorias de pessoas. O objectivo será obter três perspectivas diferentes para me permitir uma análise comparativa e no fundo mais realista.
Para isso irei preencher um questionário, no qual identificarei como "Eu", de seguida irei dar a preencher ao grupo familiar e amigos que terá o nome de "Outros" e por último, a outro grupo com o nome "Mercado" que incluirá colegas de trabalho, colegas de escola, professores, e todos aqueles que se relacionem comigo no contexto profissional.
O questionário é constituído por 6 competências, cada uma delas terá 3 perguntas relacionadas com a competência respetiva. No inicio de cada bloco de perguntas existe uma breve explicação do conceito da competência em análise.
Para isso irei preencher um questionário, no qual identificarei como "Eu", de seguida irei dar a preencher ao grupo familiar e amigos que terá o nome de "Outros" e por último, a outro grupo com o nome "Mercado" que incluirá colegas de trabalho, colegas de escola, professores, e todos aqueles que se relacionem comigo no contexto profissional.
O questionário é constituído por 6 competências, cada uma delas terá 3 perguntas relacionadas com a competência respetiva. No inicio de cada bloco de perguntas existe uma breve explicação do conceito da competência em análise.
Para aceder ao questionário por favor entrar no link em baixo:
Competências
Existe uma diversidade conceitos sobre o que são competências, alguns divergentes outros mais convergentes, aqui podemos rever alguns:
A competência manifesta-se normalmente em ações ou comportamentos; é indissociável da actividade (Mandon,1990; Gilbert e Paulier, 1992; Spencer e Spenser 1993)
A competência está relacionada com o desempenho, ou cumprimento de resultados. Não basta saber fazer, mas também o que fazer e como fazer (McClelland, 1973; Hofrichter e Spencer, 1996)
A competência é observável, reconhecível e avaliável (Spencer e Spencer 1993;Toupin, 1998; Green,1999; Zwell, 2000)
A competência está relacionada com situações especificas, devendo ser sempre contextualizada e contingente (Gilbert e Paulier, 1992; Hofrichter e Spenser, 1996)
A competência é um processo estruturado, mas simultaneamente dinâmico e mutável (Campbell e Luchs, 1997)
A competência está também relacionada com conhecimentos (McClelland, 1973; Boyatzis, 1982; Spenser e Spenser, 1993; Green, 1999)
Depois da revisão bibliográfica acima descrita, permito-me dizer que competência é um fenómeno comportamental relacionado com actividades especificas que implicam algum tipo de conhecimento ou habilidade, podendo ser sujeita a avaliação.
Cascão, Gestão de Competências do conhecimento e do talento, Edições Silabo, 2014
Como eu me vejo e como os outros me vêm
Aquilo que sou, pode ser muito redutor visto simplesmente da minha perspetiva. A realidade não é só como a vemos, porque na verdade existem várias perspetivas da mesma realidade.
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